Amigo, você sabe o que é minimalismo? Conhecido pelo lema “menos é mais”, esse é um dos estilos de vida que mais desperta interesse entre as pessoas na atualidade. Afinal, ele propõe uma reflexão bastante pertinente sobre quantidade e qualidade. Ter muito — às vezes, a ponto de esbanjar — não significa ser feliz, bem-sucedido ou mesmo realizado.

Os excessos acabam funcionando apenas para esconder uma constante insatisfação e a necessidade de se autoprovar a todo momento, ainda mais agora, na era das redes sociais, em que as postagens parecem competir para mostrar quem tem a vida mais “perfeita”. É por isso que precisamos olhar para dentro para entendermos o que, de fato, é relevante para nós enquanto indivíduos. Ou seja, que não são os bens materiais que importam, mas sim as experiências, as histórias e as lembranças que carregamos com a gente.

Ficou curioso para aprender mais a respeito desse movimento? Acompanhe o post até o fim, pois não vão faltar informações para ajudar você a adotar esse estilo de vida.

Como surgiu o minimalismo?

arte minimalista

Fica mais fácil entender o que é minimalismo se você conhecer as origens dele. Tudo começou nos anos 1950, como uma expressão artística que se caracterizava pelo uso de figuras geométricas, cores chapadas e neutras e espaços visualmente uniformes, amplos e pouco preenchidos em pinturas e instalações performáticas.

O sucesso dessa vertente foi tão grande que ultrapassou as artes plásticas. Logo ela foi assimilada pela arquitetura de interiores e se transformou em um dos estilos de decoração que mais atraem e mantêm adeptos ao redor do mundo. Afinal de contas, promove uma melhor utilização da metragem das casas, especialmente as pequenas, criando espaços confortáveis e convidativos com o mínimo de mobília e itens decorativos.

Porém, foi entre os anos 1960 e 1970 que a proposta do “menos é mais” foi adotada como estilo de vida, uma vez que ambas as décadas foram marcadas pelo movimento hippie — o qual pregava ideais que se mesclavam com esse conceito, como o apreço pelo que realmente é essencial e o fim do consumismo exagerado. Daí em diante, o minimalismo se tornou uma forma de repensar:

  • as relações em sociedade;
  • os impactos causados na natureza;
  • o uso que se dá ao dinheiro;
  • os hábitos de compra;
  • os comportamentos acumuladores que muitas pessoas têm.

Quais os impactos positivos desse estilo de vida?

Ao se tornar um praticante do estilo minimalista, você desenvolve uma consciência ambiental e passa a se preocupar em como suas ações impactam o meio ambiente. Além disso, você revê como gasta o seu dinheiro, reduz gastos e começa a ter um maior controle sobre o seu orçamento, o que gera um equilíbrio financeiro.

Vale apontar que seu estado emocional também é beneficiado diretamente por essa mudança de postura, pois há menos motivo de estresse, ansiedade e baixa autoestima. No lugar, você vira um homem mais tranquilo, disposto, bem-humorado e, inclusive, produtivo. Tanto a vida pessoal como a profissional saem ganhando com isso.

Outra evolução visível acontece na sua casa, que fica mais funcional, prática e cômoda. Como não há excessos nem acúmulo desnecessário de coisas, você evita bagunça, ambientes abafados e até mesmo sujeira pelos cantos.

Como adotar o minimalismo?

Agora que você já sabe o que é minimalismo, qual a origem dele e os impactos gerados por esse estilo de vida, é hora de conhecer algumas maneiras de adotá-lo na sua rotina. Confira!

loft minimalista

Foque no que é essencial

A primeira dica é levar uma rotina sem excessos e com foco no que é verdadeiramente essencial: qualidade de vida. Isso quer dizer que o seu objetivo não será acumular (tampouco ostentar) bens materiais, mas sim dar atenção aos aspectos básicos da condição humana que são o suficiente para atender às suas necessidades e expectativas:

  • conforto;
  • um bom emprego;
  • educação, lazer e cultura;
  • saúde física e emocional.

Abra mão do que não usa mais

Você provavelmente guarda algo que não usa mais — seja porque não lhe cabe, seja porque não vê utilidade —, como roupas, calçados, acessórios, livros, aparelhos eletrônicos, itens decorativos, móveis etc. Que tal parar de acumular esses objetos que só ocupam espaço e dar um novo destino a eles? Tire um fim de semana, por exemplo, para fazer uma faxina em casa e separar essas coisas. Depois, você pode vendê-las ou doá-las para quem precisa.

Aprenda a reaproveitar as coisas

Se algo quebrou ou está danificado, não descarte-o logo de cara. Veja se é possível repará-lo com técnicas básicas de marcenaria, por exemplo. Em caso negativo, considere possíveis soluções de uso para reaproveitar esse item. Essa é uma medida não só econômica, mas também sustentável, que traz uma série de benefícios:

  • ajuda o seu bolso;
  • otimiza o seu tempo;
  • diminui a produção de lixo;
  • reduz a poluição na natureza.

Para exemplificar, imagine um conjunto de nichos de parede que não podem ser consertados. Em vez de jogá-los direto no lixo, uma ideia bacana é transformá-los em vasos para plantas ou mesmo usá-los para criar uma horta orgânica em casa.

Fique mais tempo no mundo offline

Por fim, diminua seu tempo no mundo online e passe a valorizar mais o offline. Estar desconectado evita impulsos de consumo supérfluo movido por comparações com outros usuários nas redes sociais, preserva sua saúde mental e permite que você se dedique mais ao trabalho e aproveite de verdade a sua vida. Abra espaço para novas experiências, viagens para novos destinos e momentos marcantes com amigos e familiares.

Como você leu, o estilo minimalista vai muito além de arte e decoração. É uma proposta para toda a vida que busca dar valor às pequenas coisas e combater egos inflados, consumo desenfreado e hábitos negativos que afetam suas relações pessoais e, inclusive, a natureza. Portanto, agora que você entende o que é minimalismo, basta praticar nossas dicas com frequência e empenho para aplicar esse conceito no seu dia a dia.

Gostou de aprender mais sobre o estilo minimalista? Então compartilhe o artigo nas suas redes sociais para divulgá-lo entre seus amigos. Quem sabe um ou mais deles também não s

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